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Perdoa-me!
Se há tanto tempo esperas,
Se minha ausência é fera
Arranhando o teu ser.

 

Perdoa-me,
Se ainda não fui tua,
Se nosso amor flutua
Igual a plumas ao léu. . .

 

Perdoa-me querido,
Se por querer-te tanto,
Permito que o meu pranto
Chegue aos ouvidos teus!

 

Perdoa-me, também,
Se às vezes eu reclamo.
É que um ciúme insano,
Vem tomar conta de mim.

 

Entendo,
Bem além desta telinha,
Tua vida não é minha,
Divides com outras mais.

 

Sei que tu me tens carinho,
Mas não durmo em teu ninho...
E assim, desesperado,
Tu, às vezes, me pões de lado,
Em busca de outras rivais.

 

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18/09/2005

Atualizada em 23/07/2010