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Ah quanta melancolia!

Quanta, quanta solidão!

Aquela alma, que vazia,

Que sinto inútil e fria

Dentro do meu coração!

 

Que angústia desesperada!

Que mágoa que sabe a fim!

Se a nau foi abandonada,

E o cego caiu na estrada -

Deixai-os, que é tudo assim.

 

Sem sossego, sem sossego,

Nenhum momento de meu

Onde for que a alma emprego -

Na estrada morreu o cego

A nau desapareceu.

 

 

 

   

 

 

Todos os Direitos Reservados 03/09/1924

 

 

Atualizada em 12/07/2010

 

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