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Igreja de Nossa Senhora da Conceição - Centro - Niterói

 

 

 

 

 

     
     
 

Chamas-me a ver os céus de outros países,
Também claros, azuis ou de igneas cores,
Mas não violentos, não abrasadores
Como este, bárbaro e implacável – dizes.

O céu que ofendes e de que maldizes,
Basta-me entanto: amo-o com os seus fulgores,
Amam-no poetas, amam-no pintores,
Os que vivem do sonho, e os infelizes.

Desde a infância, as mãos postas, ajoelhado,
Rezando ao pé de minha mãe, que o vejo.
Segue-me sempre... E ora da vida ao fim,

Em vindo o último sono, é meu desejo
Tê-lo sereno assim, todo estrelado,
Ou todo sol, aberto sobre mim.

 
     
 
 

 
 

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Atualizada em 11/07/2010